Estudo revela que brasileiros estão felizes e otimistas, mas perdidos e despreparados para o crescimento do País

Avaliação feita por Jaqueline Weigel, diretora do Núcleo de Coaching Integração, em mil profissionais, aponta que 65% não tem ou não sabem claramente seus objetivos de médio e longo prazo; temas intangíveis e dificuldade para se estabelecer metas ainda têm atrasado o progresso dos negócios e das carreiras

São Paulo, setembro de 2011 – Um estudo realizado no primeiro semestre deste ano por Jaqueline Weigel, diretora do Núcleo de Coaching Integração, joint venture entre a Weigel Coaching e Integração Escola de Negócios, mostra a razão pela qual tem sido cada vez mais desafiador líderes e empresas motivarem seus funcionários e colaboradores. Durante cinco meses convivendo com uma amostra de mil pessoas, dividas entre 60% da capital paulistana e 40% do público do Rio Grande do Sul, o grupo analisado foi composto por profissionais ativos, inativos e em transição; iniciantes e aposentados; mulheres e homens, e empresários e colaboradores, com idades variadas entre 23 e 75 anos. “A finalidade do estudo foi entender com profundidade a atual relação das pessoas com suas vidas, com seus objetivos no trabalho e se estão preparadas para o futuro do Brasil”, afirma a executiva.

Nos trabalhos de desenvolvimento humano e corporativo realizados por Jaqueline, os indicadores mostraram que o desempenho profissional tem relação direta com as metas pessoais e com os bens intangíveis da empresa, como clima, relações interpessoais, cultura e conhecimento. A avaliação mostrou que 32% das pessoas apontam os medos como maiores obstáculos, 29% buscam por segurança ou garantias, 19% se apresentam acomodados, 11% responsabilizam outras pessoas, e 9% a necessidade de serem controladoras.

Sobre objetivos de médio e longo prazo, 33% declaram que não os têm, 32,5% não os têm de forma clara, 15% nunca pensou em prazo tão longo, somente 13,5% da amostra tem objetivos para 10 ou 20 anos de forma clara e definida, e 6% não responderam a pesquisa.

No entanto, o estudo também revela que 68% declaram-se felizes no momento atual, 29% parcialmente felizes e somente 3% demonstraram um alto grau de infelicidade ou insatisfação. “Percebemos que o brasileiro está feliz, até mesmo eufórico, mas ao mesmo tempo perdido e despreparado para o crescimento do País”, ressalta Jaqueline Weigel.

Para a especialista, declarar felicidade e satisfação abundante sem ter objetivos claros é efêmero e não sustentável. “Pessoas não foram ensinadas a criarem metas tangíveis, formatas e claras, então tem anseios abstratos, como ter saúde, paz, usar o potencial, ser feliz ou a mais simples e rasa de todas: ganhar dinheiro. Essas pessoas não treinadas para serem conquistadores de sonhos, ou sequer de construir uma obra, um legado, e passam a não ser capazes de responder perguntas básicas como quem é você, qual é seu sonho e porque ele é importante para você?”, reflete Weigel.Então, o profissional nessa situação pede aumento, só reclama ou troca de trabalho”, avalia.

Segundo Jaqueline, a consequência disso é uma evolução mediana, aquém do que poderia ter sido, e a empresa absorve toda essa cadeia de frustrações sem saber como lidar com o assunto. “Tudo isso, obviamente, estende-se para a carreira, que é um dos principais capítulos da vida pessoal. Sem um plano de vida estruturado, o plano profissional de sucesso encontra dificuldades, porque o profissional busca sucesso, mas não sabe exatamente o que é isso, o que torna a procura vazia e qualquer empresa ou profissão insuficientes para atender a demanda interna”, diz a executiva.

De acordo com Jaqueline Weigel, as pessoas precisam aprender a refletir, planejar e somente depois agir. “Hoje, fazemos o contrário e isso gera desperdício e vazio”, lembra. Para ela, as empresas precisam entender quem é o ser humano em sua natureza mais profunda. Sem isso, planos de carreira, remunerações, benefícios, projetos não serão o suficiente para gerenciar, motivar e mobilizar pessoas pelos resultados. “Contratar, medir, comandar e controlar, punir ou bonificar passam já se sabe que são estratégias insuficientes para o sucesso a longo prazo”, enfatiza. Segundo a diretora do Núcleo de Coaching Integração, o coaching entra como uma ferramenta poderosa para deixar vir à tona todo esse potencial, porque tem como base a natureza humana, numa abordagem mais profunda.

 

Sobre Jaqueline Weigel

Com uma expertise de mais de 2.500 horas de atendimento, a senior coach Jaqueline Weigel – graduada pelo Integrated Coaching Institute, entidade credenciada pelaa International Coach Federation (ICF), de Kentucky (EUA) -, vem construindo cases de sucesso de coaching individual e de equipes desde 2006. Como resultado, contribuiu no crescimento sustentável dos negócios, no aumento de faturamento, de participação no mercado, na redução de turnover através do desenvolvimento para retenção de talentos de diversas empresas de pequeno, médio e grande porte.

Sobre a Integração Escola de Negócios

Integração Escola de Negócios tem 40 anos de atuação no mercado brasileiro. Treina anualmente mais de 30 mil profissionais, possui uma carteira significativa de clientes de grande porte e vem crescendo em média 23% ao ano nos últimos 10 anos. Possui escritórios em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Distrito Federal e iniciou a expansão para Curitiba e Belo Horizonte. Há oito anos, a Integração também atua na África, com filial em Angola.

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